Turvo-Grande tem a maior área irrigada do Noroeste Paulista, mas Baixo-Tietê tem o maior número de pivôs centrais

"A  produção de alimentos irrigados tem, em geral, sido vista com grande preconceito pelo cidadão urbano. Em um pensamento basicamente semelhante à visão de Monteiro Lobato, ele imagina o rural como atrasado, o que não deu certo, e o urbano como o avançado, o bem-sucedido.
Só quem quer ouvir pode largar este preconceito, por isso peço: ouçam o produtor rural! Deixe-o falar sobre o quão a água é importante para a existência de qualquer propriedade rural, ouse ouvir aquele que já cruzou os limites das urbes.
As crises hídricas estão batendo à porta cada vez mais amiúde, mas qual a solução? Cortar a irrigação! É claro! Este setor atrasado, dispendioso no uso da água, poluidor, degradante. Assim o pensamento leigo do cidadão urbano aponta. Vamos acabar com esta visão, essa sim atrasada, de que crises se resolvem de véspera. Não! Crises se resolvem com planejamento, com antecipação, com o uso dos instrumentos constantes na Política Nacional de Recursos Hídricos desde 1997." (Bento de Godoy Neto, em "O cidadão urbano e a água", 2 de janeiro de 2018).


[Pod irrigar] - UNESP conclui levantamento da área irrigada no Noroeste Paulista
Os números da área irrigada por pivô central no Noroeste Paulista já são conhecidos desde 4 de janeiro de 2018 com a defesa do Trabalho de Conclusão de Curso em Engenharia Agronômica por Mariele Squizato com o título "Evolução e identificação da agricultura irrigada por pivô central no Noroeste Paulista". Como Bolsista de Iniciação Científica da FAPESP entre 1 de dezembro de 2016 a 31 de julho de 2017 no projeto "Evapotranspiração e agricultura irrigada por pivô central no Noroeste Paulista" (Processo: 16/19209-5) Mariele realizou um importante trabalho constituindo o banco de dados relacional, base para novos desafios em pesquisa, principalmente os relativos à evapotranspiração incremental em nível de microbacia, município, bacia hidrográfica ou região e recebe os nossos parabéns pelo aprendizado e trabalho realizado. A ANA - Agência Nacional de Águas publicou o levantamento das áreas irrigadas por pivô central em 2014 e recentemente publicou o Atlas da Irrigação no Brasil e este trabalho traz o refinamento das áreas irrigadas na região Noroeste Paulista que apresenta o maior déficit hídrico do Estado.


Com a conclusão deste trabalho agora sabemos mais sobre a irrigação por pivô central no Noroeste Paulista, como por exemplo:
-  Entre julho de 2015 e dezembro de 2016, 22 novos sistemas pivô central foram instalados com um acréscimo de 764 hectares irrigados na região Noroeste Paulista, sendo que a UGRHI do Baixo Tietê teve o maior crescimento em área irrigada e em número de equipamentos, com 509 hectares e 11 equipamentos novos instalados.
- Neste período constatou-se também, que houveram perdas de 3 equipamentos e 57 hectares irrigados na UGRHI Turvo Grande.
- Equipamentos: 47% na Bacia do Baixo Tietê (BT), 8% no São José dos Dourados (SJD) e 45% no Turvo Grande (TG)
- Área irrigada: 28% no BT, 5% no SJD e 67% no TG;
- Pereira Barreto, Sud Mennucci e Riolândia são os municípios com as maiores áreas irrigadas.
Assim, conclui-se que a área irrigada total e de equipamentos  no final de 2016 foi de 16.501 hectares e 344 pivôs centrais instalados em 1.349 microbacias que compõem a região Noroeste Paulista, sendo que apenas 134 possuem área irrigada por sistema pivô central e que 48% são classificadas pela ANA (2013) como “Excelente” com relação ao balanço entre a vazão e a demanda de água, portanto há muito o que se trabalhar pelo incremento da área irrigada na região e aproveitar os efeitos multiplicadores da agricultura irrigada. 
Parabéns Mariele Squizato por este trabalho e agradecemos os Doutorandos Gustavo Gerlach e Regiane Bispo por participarem da Banca Examinadora e pela contribuição para o aprimoramento do trabalho!
Este também foi o tema da edição de 11 de janeiro de 2018 do [Pod Irrigar] - o Podcast da Agricultura Irrigada -, mas o Internauta também pode ouvir as outras dicas que estão disponíveis semanalmente a partir de http://podcast.unesp.br/podirrigar.


Artigo - Agricultura irrigada
Bento de Godoy Neto - Mestrando no ProfÁgua na UNESP Ilha Solteira - publica mais este artigo esclarecedor sobre o uso da água. Em "O cidadão urbano e a água" Bento lembra que é necessário acabar com visão atrasada, de que crises se resolvem de véspera. "Crises se resolvem com planejamento, com antecipação", e conclui Bento "... É tempo de encontrarmos razões no efetivo planejamento e na efetiva gestão dos recursos naturais, não só de forma cartorária, em forma de licenciamento ambiental ou outorgas de uso da água. Queremos gestão compartilhada e participativa, queremos todos um meio ambiente equilibrado e sadio para as atuais e futuras gerações..." Parabéns!

Aproveitamos para relembra seu outro artigo "Irrigar não é crime" que começa assim "Ser agricultor em Goiás não está fácil! A produção agrícola goiana é uma das mais expressivas de nosso País, com grande expertise na condução das lavouras já estamos entre os maiores estados em produção de soja (3º), sorgo (1º), milho (3º), feijão (3º), cana-de-açúcar (3º) e algodão (3º). Muito se deve à agricultura irrigada, Goiás conta hoje com mais de 250 mil hectares de área irrigada e muito ainda se tem para crescer em seus mais de 2,6 milhões de áreas plantadas, o potencial é enorme!" e termina assim "... Basta! Não deve ser crime produzir em Goiás, a regularização ambiental deve ser possibilitada pelo Estado através da desburocratização e padronização de prazos e procedimentos e não do caminho largo e fácil das multas e embargos."

Chuva na mídia
Seca e chuva em excesso: conviver com os extremos climáticos é o grande desafio da atualidade, tanto para os Profissionais como para a sociedade como um todo. Chamamos isso de desenvolver a resiliência. E é fundamental informar a sociedade de forma clara e objetiva. E a Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira tem como um dos seus fundamentos democratizar o conhecimento e a informação praticando transparência de ações. Em 2017, foram em média 92 dias sem chuvas no Noroeste Paulista e um volume de chuvas médio de 23% acima do esperado. Recorde de seca ficou com Populina com 132 dias sem chuvas e paradoxalmente, foi o segundo município em volume de chuva anual e quatro meses com recorde de chuva para os meses e foi tema da entrevista em 9 de janeiro de 2018 para a TV Tem, com os Jornalistas Eduardo Monteiro e Eduardo Andreu.



E excesso de chuva foi destaque na imprensa local, como o HojeMais e o Ilha de Noticias.

Um dos grandes erros que ao invés de diminuir a frequência com que acontecem, aumentam, é sub-estimar as vazões máximas e a sua capacidade de produzir danos e transtornos. Aqui, em Goiânia um exemplo. Daí, a necessidade não somente ter uma boa capacitação técnica em recursos hídricos, mas também um grande trabalho de conscientização.  Situações como esta, não tem soluções baratas e nem de curto prazo, pois exigem muito investimento, então, planejamento, e antecipação de processos são absolutamente necessários. Veja aqui o vídeo postado pelo Professor Fernando Coutinho de Oliveira da onda cheia que aconteceu em Goiânia este ano.

Evento - Capacitação

Cana
Mesmo variedades de cana campeãs da Ridesa ainda têm potencial de melhoramento por até 10 gerações. Cada geração de cana dura entre 12-15 anos. De 15 a 20 variedades novas da rede interuniversitária chegarão ao mercado em 2018 e o desafio atual, são as variedades cada vez melhores para solos fracos e um desafio quase impossível, é a cana resistente à geada é o que aponta a entrevista dp Coordenador de Melhoramento Genético da Rede Interuniversitária para o Desenvolvimento do Setor Sucroenergético (Ridesa), Hermann Hoffmann, ao Notícias Agrícolas.

Dicas de alimentos saudáveis

Entretenimento - Curiosidade - Música
Você sabia que Joe Satriani (no Programa do Jô) já foi Professor de guitarra de hoje de Steve Vai e Kirk Hammett (Metallica)? Se gosta de música que tal saber com foi isso?

ELEVADA EVAPOTRANSPIRAÇÃO NO NOROESTE PAULISTA

Hoje obtivemos as maiores taxas de evapotranspiração do ano de 2018, com um destaque para a Estação Agrometeorológica de Ilha Solteira que registrou 7 mm/dia. A Região Noroeste Paulista possui as maiores taxas de evapotranspiração de todo o Estado de São Paulo. O verão chegou e está com tudo. 

A média da evapotranspiração desde o início do ano de 2018 não ultrapassou os 4 mm/dia em todas as estações (tabela 1). Tendo no acumulado total de evapotranspiração inferior ao acumulado de chuvas registrado pela Área de Hidráulica e Irrigação UNESP - Ilha Solteira. 

Tabela 1- Média da evapotranspiração, acumulado da evapotranspiração  e chuvas 01/01 a 12/01

Com a somatória da chuva sendo superior a somatória das taxas de evapotranspiração, o solo possui uma porcentagem dessa chuva ainda armazenada e disponível para as plantas. Assim fazendo que os irrigantes utilizem menos seus equipamentos de irrigação. 

Nos locais onde as Estações Agrometeorológicas estão instaladas algumas localidades marcam até 4 dias sem chuvas superiores ao volume de 10 mm (Imagem 1). Indicando que se nos próximos dias continuar com altas taxas e evapotranspiração e sem chuvas os irrigantes terão que ligar suas irrigações novamente. 

Imagem 1- Marcador de número de dias sem chuvas superiores a 10 mm

As taxas de evapotranspiração foram as mais altas desde o início do ano de 2018, somente na Estação Santa Adélia Pioneiros, que a maior evapotranspiração registrada foi no dia 04/01 com 5,2mm/dia e não no dia de hoje como nas demais estações (Imagem 2). 

Imagem 2- Evapotranspiração de hoje 13 de janeiro de 2018

Serviço:
- Informações sobre agricultura irrigada e agroclimatologia no noroeste paulista são publicadas regularmente BLOG da Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira em http://irrigacao.blogspot.com
- Números e gráficos das estações agrometeorológicas no noroeste paulista estão em http://clima.feis.unesp.br
- Canal da Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira: www.agr.feis.unesp.br/irrigacao.php
- Canal no YouTube: http://www.youtube.com/fernando092
- Canal CLIMA da UNESP Ilha Solteira: http://clima.feis.unesp.br
- Pod IRRIGAR - O Pod Cast da Agricultura Irrigada: http://podcast.unesp.br/podirrigar
- Fan Page no FaceBook: https://www.facebook.com/ahiunespilhasolteira
- Informações também em (018) 3743-1959

Noroeste Paulista: 2017 foi o ano mais chuvoso desde 2013

Em 2017 os pluviômetros da Rede Agrometeorológica do Noroeste Paulista, operada pela Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira, registraram em média 1548 mm de chuva em todo o Noroeste Paulista, 271 mm a mais do que o esperado para o ano. O maior volume foi registrado na estação Paranapuã (1943,9 mm), porém a maior surpresa da região foi Marinópolis que registrou um volume 45% maior que o esperado para o ano.  Entre os 41 municípios abrangidos pela rede os municípios na barranca do rio Tietê tiveram médias modestas e ficaram próximos as médias esperadas.
Em média, os municípios receberam a 21% de chuva mais que o esperado e caracterizaram o ano de 2017 como o mais chuvoso desde 2013. Nos últimos 5 anos a pluviosidade teve grande variações de 1232 mm em 2014, quando a maior hidrovia foi paralisada devido á crise hídrica, até 1548 milímetros em 2017. A temperatura média na região variou entre 24 e 24,8°C, nos últimos 5 anos.
No primeiro decêndio de 2018 (de 1 á 10 de janeiro) a Região Noroeste Paulista registrou média de 118 mm acumulados de chuva, destacando a estação Bonança com 174,2 mm e Santa Adélia com 139,4 mm - ambas no município de Pereira Barreto. A Evapotranspiração, soma da transpiração da plantas com a evaporação de água do solo acumulada foi de aproximadamente 30 mm, ou 3 mm/dia. Nesta quinta-feira apenas a estação Paranapuã registrou 3 mm de chuva, até as 17 horas.

::Você sabe o que é um milimetro de chuva na agricultura?
A definição de milimetro como unidade de volume de chuva foi dado quando estudiosos notaram que se temos um reservatório de 1 metro quadrado e for adicionado 1 litro de água nele, ao medir com uma régua a "altura da lâmina de água será de 1 mm. Portanto, ao dizer que choveram 10 mm ontem significa dizer que cada 1 m² de "chão" recebeu 10  litros de água das nuvens.

:: Serviço:
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Manutenção de Estações Agrometeorológicas

Você conhece uma estação agrometeorológica?

Quem já visitou uma com certeza observou o acervo de sensores que contem nela, entretanto muitas vezes não faz ideia de sua importância para comunidade, no fornecimento dos seus dados. Estes dados, por sua vez, vão atender a estudos e também podem ser utilizados para diversas atividades, tais como: a agricultura e pecuária, defesa civil, esporte, lazer, indústria, comércio e para tomadas de decisão por empresários e pelo governo, por exemplo. Assim, sendo fundamental a confiabilidade desses dados, e é nesse momento que entra a manutenção das estações.

Algumas Estações da rede Agrometeorológica do Noroeste Paulista.
As estações que compõem a Rede Agrometeorológica do Noroeste Paulista, periodicamente recebem manutenção e reparos que são realizados pela equipe da Área de Hidráulica e Irrigação, que passam por treinamentos e capacitações para manter o bom e pleno funcionamento de todo o sistema, mantendo sempre o padrão de confiabilidade dos dados coletados, armazenados diariamente no banco de dados e divulgados na rede no Canal Clima da UNESP de Ilha Solteira.
Na última sexta-feira (05), a equipe da Área de Hidráulica e Irrigação da Unesp de Ilha Solteira foi a campo realizar o trabalho de manutenção das estações agrometeorológicas.
Foram realizadas atividades como: nivelamento dos equipamentos; limpeza dos mesmos  e reparos nos sistemas de irrigação das estações.

Verificação do nivelamento do sensor Quantum.
E para não ficarem dúvidas da importância da manutenção das estações, veja o que encontramos nessa ida ao campo e assegure a relevância do trabalho de manutenção. 

Sujeira encontrada no pluviômetro.
Conexões do sistema de irrigação quebradas e/ou desconectada.
Ninho de passarinho encontrado no pluviômetro.
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DEFESA DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO EM ENGENHARIA AGRONÔMICA

No dia 04 de janeiro de 2018, às 9:00 horas, no Anfiteatro do Departamento de Fitossanidade, Engenharia Rural e Solos (DEFERS), acontecerá a defesa do Trabalho de Conclusão de Curso em Agronomia de Mariele Squizato, integrante da Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira.

Mariele foi Bolsista Iniciação Científica da FAPESP de 1 de dezembro de 2016 a 31 de julho de 2017 no projeto "Evapotranspiração e agricultura irrigada por pivô central no Noroeste Paulista" (Processo: 16/19209-5) que resultou em seu Trabalho de Conclusão de Curso iniciado em maio de 2016 intitulado “Evolução e identificação da área irrigada por pivô central no Noroeste Paulista” que traz resultados atuais sobre a situação da agricultura irrigada por sistema pivô central na região e destaca a importância do levantamento de dados para a otimização da gestão dos recursos hídricos na agricultura.

A Banca Examinadora será composta pelo Engenheiro Agrônomo e Doutorando em Sistemas de Produção Gustavo Antonio Xavier Gerlachi e pela Engenheira Agrônoma e Doutoranda na Regiane de Carvalho Bispo, além do Orientador, Professor Dr. Fernando Braz Tangerino Hernandez da UNESP Ilha Solteira.

O trabalho teve como principais objetivos a identificação das áreas irrigadas por pivô central nas Unidades de Gerenciamento de Recursos Hídricos (UGRHI) dos Rios Turvo/Grande, São José dos Dourados e a margem direita do Baixo Tietê, na região Noroeste Paulista, incorporando as novas áreas em relação a julho de 2015 até dezembro de 2016 e a identificação da agricultura irrigada a nível de município e microbacia hidrográfica. Para isso utilizou-se como principal ferramenta o software ArcGIS para identificação das áreas e estabelecimento do banco de dados relacional.

Tabela 1: Cenário da agricultura irrigada na região Noroeste Paulista em 2016.
A Tabela 1 mostra de forma resumida alguns dos resultados obtidos pelo trabalho, em que se constatou a evolução de 22 novos equipamentos sistemas pivô central na região Noroeste Paulista, com um acréscimo de 764 hectares irrigados entre julho de 2015 e dezembro de 2016. Constatou-se também, que o total de área irrigada e de equipamentos contabilizados no final de 2016 foi de 16.501 hectares e 344 equipamentos, assim como exemplificado na Figura 1.
Figura 1. Distribuição dos sistemas pivô central no Noroeste Paulista o ano de 2016.
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Retrospectiva 2017: Ano de aprendizado e evolução

E o ano de 2017 chega ao fim ...

Mais um ano está por se encerrar e assim a Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira, com a sensação de dever cumprido traz o que foi destaque em em agricultura irrigada, clima, participações em: congressos, palestras, eventos e muito mais durante todo o ano de 2017.



Em fevereiro, a irrigação em cana de açúcar foi destaque. O Prof. Dr. Fernando Braz Tangerino Hernandez ministrou a palestra “Manejo da Irrigação: solo ou atmosfera e como fazer?” no 29o. Encontro Técnico do GIFC - Grupo de Irrigação e Fertirrigação em Cana, realizado no Supera Parque Tecnológico de Ribeirão Preto. O Prof. Fernando Tangerino mostrou que, independentemente dos sistemas de irrigação, é fundamental entender os conceitos de evapotranspiração de referência e da cultura, assim como os coeficientes de cultivo, para se promover o adequado manejo da irrigação via solo, e aplicar a água na hora e quantidade certas. “Produtividade da água é palavra cada vez mais frequente utilizada para discutir a gestão agronômica e dos recursos hídricos. Trata-se de uma ferramenta que será o diferencial para o aumento da produtividade”, avaliou Tangerino.

O Engenheiro Agrícola e Mestrando do Programa de Pós-Graduação em Irrigação e Drenagem da UNESP Alberto Mário Arroyo Avilez, então recém integrado à Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira teve neste evento a sua primeira viagem com a nova Equipe em um evento  que reuniu diversos pesquisadores que discutiram a fisiologia, a agrometeorologia, o sensoriamento remoto e aplicados no planejamento da safra, à determinação de lâminas ótimas para a escolha dos sistemas de irrigação e as estimativas de evapotranspiração diária utilizada no manejo da irrigação e ainda, a agrometeorologia como ferramenta de monitoramento e prevenção.


Março e Abril foram marcados por chuvas moderadas no Noroeste Paulista e também pela defesa da Tese "Tolerância a baixas temperaturas e zoneamento agroclimático de espécies forrageiras para o Estado do Paraná" em 02 de março de 2017 em um excepcional trabalho desenvolvido pelo Engenheiro Agrônomo e Fisiologista João Manetti Filho. Orientado do  Prof. Dr. Fernando Braz Tangerino Hernandez, o trabalho teve como destaque trazer pela primeira vez à UNESP Ilha Solteira os Doutores Paulo Henrique Caramori (Instituto Agronômico do Paraná), Willian da Silva Ricce (Centro de Informação de Recursos Ambientais e de Hidrometeorologia / EPAGRI - Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina) e Marcos Silveira Wrege (Departamento de Pesquisa e Desenvolvimento / Embrapa Florestas). Os Doutores Ricardo Antonio Ferreira Rodrigues e Leandro Coelho De Araujo da UNESP Ilha Solteira completaram a banca Avaliadora.




Já para o mês de maio, não foi diferente, tivemos chuvas com cerca de 69% a mais do volume esperado para o mês. Esse fato impactou diversos produtores da região Noroeste Paulista. O Prof. Dr. Fernando Tangerino concedeu entrevista a TV Tem abordando o assunto. Recorde histórico para o mês em volume total de chuvas. Tudo registrado e acompanhado pelos Internautas no canal CLIMA da UNESP.


Confira a entrevista completa clicado aqui

Entrando no mês de junho os alunos da Universidade de Rio Verde (UniRV) Coordenados pelo Prof. Dr. Gilmar Oliveira Santos visitaram o Laboratório de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira e conhecerem os trabalhos realizados. Foi uma ótima oportunidade para a nossa Equipe treinamr também.

Os alunos conheceram desde a parte mais técnica, como o funcionamento de uma estação agrometeorológica e sistemas de irrigação, até a parte visível da extensão, como o canal clima.





No mês de julho foi realizado uma visita geral a todas estações agrometeorológicas, operadas pela Área de Hidráulica e Irrigação, num percurso de aproximadamente 500km. Na visita foi realizado manutenção e limpeza dos equipamentos, além da coleta de dados.


Ocorreu em Campinas, nos dias 1, 2 e 3 de agosto, a Feira Internacional da Irrigação Brasil, e a Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira esteve presente. A proposta do evento foi de proporcionar uma integração entre as empresas do ramo da agricultura irrigada, realizar a exposição de novas tecnologias e proporcionar palestras e minicursos sobre irrigação e novas tecnologias.

O Prof. Dr. Fernando Braz Tangerino Hernandez ministrou a palestra intitulada "Redes Agrometeorológicas: O que e para quem ? O caso do Noroeste Paulista" e também concedeu algumas entrevistas para canais do setor do agronegócio.


                           



Em setembro, marcamos presença em mais um evento, o IRRIGASHOW, que aconteceu nos dias 6 e 7, em Campos de Holambra - Paranapanema. Onde foi ministrado duas palestras pelo Prof. Dr. Fernando Braz Tangerino Hernandez. A primeira intitulada "Decidindo racionalmente o quanto irrigar e produtividade da água", e a segunda "Entrando na agricultura irrigada - Primeiros passos".


Em setembro houve a apresentação de três trabalhos no Congresso de Iniciação Científica - CIC, realizado no dia 26, apresentados pelos orientados Pedro Henrique Fontes, Vitor Trinca e Julia Trindade.

No mês de outubro foram registradas as maiores temperaturas registradas no ano no Noroeste Paulista, e o volume de chuva superaram a média mensal e também, entre os dias 2 e 6 de outubro, mais um evento que a Área de Hidráulica e Irrigação esteve presente, tanto na apresentação de trabalhos técnicos-científicos, quanto em palestras. O IV Inovagri International Meeting aconteceu e Fortaleza - CE e contou com a presença de diversos pesquisadores que se reuniram a fim de mostrar suas pesquisas e novas tecnologias na agricultura.


Foi mostrado aos alunos, inicialmente, toda parte visível do LHI, e depois seguiram para a parte mais técnica, conhecendo o funcionamento de uma estação agrometeorológica, de algumas bombas hidráulicas e aspersores.


O Prof. Dr. Fernando Braz Tangerino Hernandez falou um pouco sobre o que é ser um engenheiro agrônomo na palestra intitulada "Engenheiro Agrônomo:  o que faz e seus desafios".


Para fechar com chave de ouro, dezembro foi o mês em que alcançamos 3000 curtidas na nossa página no Facebook.


E também, não poderia faltar nossa confraternização de final ano. 

“Para a Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira nada é mais claro e eficaz, do que unir a necessidade de informação dos irrigantes - seu foco principal - e da população em geral, ao uso da Internet, esta que é a principal ferramenta utilizada para a democratização da informação, de forma livre e gratuita.” 

Desejamos a todos um feliz ano novo, e que 2018 seja um ano ainda melhor, repleto de realizações, alegria, e claro, muito trabalho.

É tempo de comemorar resultados e desejar Feliz e produtivo Ano Novo!

Só para ninguém esquecer que a Produção de Alimentos fez a diferença na economia brasileira!

[Pod Irrigar] É tempo de comemorar resultados e fazer ainda melhor em 2018
2017 se foi! Ano difícil em todos os sentidos! Fizemos muito, mas não esperamos outro igual! A carga de trabalho e a burocracia aumentou, e não há como ficar imune às crises políticas e econômicas que o país enfrenta! Assistimos na TV e lemos diariamente nos jornais exemplos de má condutas e de valores totalmente opostos ao que desejamos. Até mesmo vandalismo de grande proporção sobre a produção de alimentos foi registrado.
Do nosso lado, a Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira continuou a defender e praticar a democratização do conhecimento e da informação e a transparência de ações, pois assim fazendo, acreditamos contribuir para uma sociedade mais justa e igual.
Para isso usamos diferentes canais de comunicação, com diferentes linguagens, como o Canal da Irrigação da UNESP, este Blog, o Canal no YouTube, o Pod Irrigar - que é o podcast da agricultura irrigada - o Canal Clima da UNESP, o Facebook - que chegou 3.000 curtidas este mês - e ainda o Grupo de Discussão em Agricultura Irrigada para levar o conhecimento em agricultura irrigada e agroclimatologia à sociedade, em total sinergia com as atividades de ensino, pesquisa e extensão praticadas na UNESP e outras entidades parceiras.
Agrada-nos perceber que se digitarmos as palavras irrigação + UNESP em qualquer buscador, os trabalhos desenvolvidos em nossa Universidade estamparão tela do desktop, notebook, tablet ou smartphone, para nós um sinal de que estamos tendo a aceitação pelos Internautas do que fazemos. Nossos estudantes trabalham firmes, em sintonia com as demandas envolvidas com o uso eficiente da água, principalmente na agricultura. e assim vamos destacar o desempenho do Canal CLIMA da UNESP, um canal de dados que torna público os dados obtidos pela Rede Agrometeorológica do Noroeste Paulista e que cresceu este ano 17% em número de visitas em relação à 2016 e já representa 40% das visualizações de páginas em relação à todos os demais canais utilizado. Sendo um canal de dados, atende desde o Irrigante que precisa da informação da evapotranspiração para definir o tempo de operação adequado à sua cultura até o Morador que teve a sua casa invadida pela água e precisa da informação da intensidade e volume da chuva para pleitear o seguro, passando pelo conhecimento não menos importante, da temperatura, umidade e velocidade do vento, reforçando nossa convicção de que democratizamos informação à uma parcela grande da sociedade.
Destacamos também o Pod Irrigar, foram com esta 59 edições este ano, superior às 50 edições de 2016 e contamos e agradecemos os diferentes convidados que atenderam nosso chamado e abrilhantaram aqui este podcast. Agradecimento também a ACI UNESP, Renato Coelho, Amanda Regina Fernandes e Oscar D´Ambrósio, que com muita paciência produziram todas estas edições. Muito obrigado! Obrigado a todos que entraram em contato com a Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira e também que nos prestigiaram com a audiência! Parabéns aos nossos Orientados que proveram nossos Canais com conteúdo interessante!
Que venha 2018! Estamos cada vez mais preparados para todos os desafios!

Este também foi o tema da edição de 27 de dezembro de 2017 do [Pod Irrigar] - o Podcast da Agricultura Irrigada -, mas o Internauta também pode ouvir as outras dicas que estão disponíveis semanalmente a partir de http://podcast.unesp.br/podirrigar.

Falando de agricultura irrigada
Participamos do Programa Agrimercado, no Canal TerraViva, com o Jornalista Tobias Ferraz no dia 29 de dezembro de 2017 e claro, o assunto tinha que ser, a agricultura irrigada!



Chuva!!!! Vento!!!!

2017 realmente foi atípico. Com Populina ficando 132 dias sem chuvas e a média dos municípios monitorados pela Rede Agrometeorológica do Noroeste Paulista ficando em 93 dias sem chuva no Noroeste Paulista fechamos com o ano com volumes totais acima da média esperada. Aqui em Ilha Solteira ficamos 88 dias sem chuva, mas até o momento são 1.611 mm, 323 mm à mais do que o esperado - 25% acima do previsto - e dois recordes, "nunca antes na história" choveu 161 mm em maio e 312 mm em novembro. No acumulado o recorde é de 2.008 quando choveu 1.726 mm.


No Noroeste Paulista a média do volume de chuva acumulada histórico é de 1.255 mm e em 2.017 foram 1.484 mm ou 18 % a mais do que o esperado e o ano ainda não acabou. Os destaques ficaram para Paranapuã com 1.840 mm e Populina, que apesar da mair seca seca, acaba o ano com 1.643 mm de chuva, enquanto que o menor volume de chuva foi registrado na parte Norte do municiípio de Pereira Barreto, na  Estação Santa Adélia, com 1.188 mm.
Em 2.016 foram a região recebeu a média história, ou seja, 1.251 mm.  Quer saber mais? Acesse o canal CLIMA da UNESP!


Paranapuã teve ontem ventos de Noroeste de até 46 km/hora às 16:55 horas.

Videos em destaque - Canal YouTube
No Canal da Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP no YouTube fechamos o ano com 214.354 visualizações totais e a contradição, este ano com dezembro recorde histórico de chuva, o vídeo com o maior acesso é o do pivô central garantindo a segurança hídrica na prodição de soja justamente em dezembro no município de Pereira Barreto, onde foi registrado o menor volume de chuva este ano no Noroeste Paulista, reforçando a importância dos sistemas de irrigação para a produção de alimentos.


É virada de ano, momento sempre de novas expectativas, novos alunos chegarão em todos os níveis que atuamos e assim, destacamos também o vídeo com a entrevista de despedida do Analista de Sistemas Jean Carlos Quaresma Mariano, que foi Bolsista FAPESP na Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira e que resultou na implantação da  Rede Agrometeorológica do Noroeste Paulista e do Canal CLIMA da UNESP Ilha Solteira. Deixa-nos muito orgulhoso e serve de exemplo para os que os novos integrantes da Equipe perceber que Jean soube aproveitar as oportunidades de ligar monitoramento agroclimático com a produção agrícola, tanto em sistemas irrigados como de sequeiro, e hoje é um profissional respeitado e avançou muito nesta linha de trabalho. Parabéns!


Água para todos - Inclusive mais agricultura irrigada
Água é fonte de vida e de oportunidades. Confira neste vídeo preparado pela ANA!


Estudo da ANA aponta em 45% potencial de expansão da irrigação no Brasil até 2030Entre 1960 e 2015 a área irrigada no Brasil aumentou expressivamente, passando de 462 mil hectares para 6,95 milhões de hectares, e pode expandir mais 45% até 2030, atingindo 10 milhões de hectares. É o que aponta o Atlas Irrigação: Uso da Água na Agricultura Irrigada, estudo da Agência Nacional de Águas (ANA) lançado durante o IV Inovagri International Meeting, em Fortaleza (CE). A média de crescimento estimado corresponde a pouco mais de 200 mil hectares ao ano, enquanto o potencial efetivo de expansão da agricultura irrigada no Brasil é de 11,2 milhões de hectares. O potencial de expansão apontado acentua a necessidade de um esforço crescente de planejamento e gestão a fim de evitar ou minimizar conflitos pelo uso da água, em especial nas bacias hidrográficas que já possuem indicadores de criticidade quantitativa.
Com dados inéditos, o Atlas Irrigação apresenta uma retrospectiva, um panorama atual e uma visão de futuro sobre a agricultura irrigada brasileira, com foco no levantamento de áreas irrigadas, no potencial de expansão e no uso da água associado. Seus apontamentos permitem melhor atuação em áreas já consolidadas e naquelas que tendem se desenvolver mais rapidamente no horizonte considerado.
Para o superintendente de Planejamento de Recursos Hídricos da ANA, Sérgio Ayrimoraes, presente no evento, o lançamento do Atlas no principal evento sobre irrigação é um marco na busca da segurança hídrica no Brasil. "Precisamos compreender a água como insumo ao desenvolvimento e não como gargalo", disse. Segundo ele, a ANA tem trabalhado para oferecer aos governos a base técnica que sirva de instrumento para a gestão de recursos hídricos e para a tomada de decisões.




Eventos
Codevasf abre inscrições para "III Seminário Solo e Água no Contexto de Desenvolvimento em Bacias Hidrográficas" e V Workshop Internacional de Irrigação, promovido pela Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e Parnaíba (Codevasf) em parceria com o Sindicato Nacional dos Trabalhadores de Pesquisa e Desenvolvimento Agropecuário (SINPAF) que acontecerá de 13 a 16 de março de 2018, na sede da Codevasf em Brasília e é destinado a técnicos que estejam atuando na área de solo e água em desenvolvimento regional. Além de estudantes de graduação e pós-graduação, professores, empresários, consultores ambientais, gestores, representantes de organismos nacionais, internacionais, governamentais e não governamentais. Os interessados devem se inscrever no link http://www2.codevasf.gov.br/programas_acoes/seminario-solo-e-agua e acompanhar o calendário.

Pecuária
Pecuária sai de 2017 com @ negativa em 8,5%, margens das indústrias “muito boas” e apenas uma “casta” de produtores se dando bem. Na média dos produtores, houve algum avanço em tecnologia e gestão, atenuando crise. Consumo para 2018 mostra sinais de reação, baseados nos indicadores deste fim de ano, mas ciclo será de pressão.

FELIZ ANO NOVO!

Feriado com chuva no Noroeste Paulista

Neste feriado o Noroeste Paulista foi marcado por chuva, o maior volume de chuva registrado foi no município de Paranapuã com 70,1 mm, sendo todo esse volume marcado no dia 25 de dezembro. Nos municípios de Bonança e Ilha Solteira foram registrados 55,9 e 42,4 mm respectivamente, boa parte dessa chuva ocorreu no feriado de Natal (25), segundo a Área de Hidráulica e Irrigação que monitora a Rede de Estações Agrometeorológicas.

Chuva acumulada no período de 24 a 25 de dezembro. 
Gráfico de chuva do período de 24 a 25 de dezembro. 
Na madrugada de hoje (26) também tivemos chuva em todo Noroeste Paulista, as margens do rio Tietê a estação Santa Adélia Pioneiro no município de Sud Mennucci registrou até o momento chuva de 26,9 mm com intensidade de 88,8 mm/h às 02:10 h (horário de verão). Já, no município de Pereira Barreto (Estação Santa Adélia), o volume registrado até agora é de 26,7 mm com intensidade de 79,2 mm/h às 01:10 h. Na barranca do rio Grande em Populina a chuva registrada até o momento é de 23,9 com alta intensidade de 109,2 mm/h às 01:10. Ainda nos municípios de Pereira Barreto (estação Bonança), Marinópolis e Paranapuã, hoje foram registrados valores superiores a 10 mm, sendo significativo para agricultura irrigada. Mas e agora, será que ainda teremos chuva em 2017? Acompanhe tudo sobre a chuva e outras variáveis climáticas no nosso canal CLIMA da UNESP Ilha Solteira, fique por dentro!

Mapa de chuva acumulada no dia 26 de dezembro.
SERVIÇO:
- Informações sobre agricultura irrigada e agroclimatologia no noroeste paulista são publicadas regularmente BLOG da Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira em http://irrigacao.blogspot.com
- Números e gráficos das estações agrometeorológicas no noroeste paulista estão em http://clima.feis.unesp.br
- Canal da Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira: www.agr.feis.unesp.br/irrigacao.php
- Canal CLIMA da UNESP Ilha Solteira: http://clima.feis.unesp.br
- Pod IRRIGAR - O Pod Cast da Agricultura Irrigada: http://podcast.unesp.br/podirrigar

- Informações também em (018) 3743-1959